sexta-feira, 3 de junho de 2016

Cu não é hímen!



Cu não é hímen!

Mais duas sacudidas dessa e eu juro que me cago todo nesse avião...

Estou indo pela primeira vez a Recife.

Viagem rápida de “negócios e diversão”, mas pelo menos vou matar minha curiosidade em conhecer esse outro pedacinho do meu Nordeste.

E quem me conhece sabe que sempre que viajo de avião fico com o cu na mão de medo. Sério, sempre acho que aquela porra vai cair na minha vez. Faço um balanço da minha vida quando o moço diz “Tripulação, portas em automático” e rogo todo tipo de promessas para quem quer que seja o grande arquiteto dessa Matrix. Quando a aeronave começa a taxiar, meu cu trava literalmente.

E já que toquei no assunto do cu, é sobre ele mesmo que vou falar um pouquinho aqui. E vai ser “cu” mesmo o nome viu, porque baiano é preguiçoso e cu tem duas letras só, kkk.

Todo mundo sabe dos prazeres mágicos oriundos desse músculo anal. E quem não conhece ainda, não sabe o que está perdendo. São miríades de sensações cósmicas transbordando tanto para quem o penetra como para o penetrado ser. Parece romantismo demais desse que vos escreve, mas quem já deu e comeu, sabe kkk.

Vocês sabem que eu não resisto a um sarcasmo maroto enquanto tô passando por uma turbulência nessa porra de avião do caralho, né, então.
Agora deixando a palhaçada de lado, dar o cu é bom, e muita gente gosta. Mas nem todo mundo entende como isso funciona. Sério, sempre tem gente querendo iniciar os trabalhos sem noção nenhuma de como o fazer. Ou se jogando de cabeça, na cabeça.

Cu não é hímen!

Não é assim de repente que você vai começar a meter tudo que é rola que ver pela frente no seu bumbunzinho virgem. Não é igual a pepeka, que você só precisa abrir passagem uma vez, que todo e qualquer caminhão ou fiat vai entrar sempre de boa. No cu tem que ir com jeitinho, com carinho, e depois de muuuito treininho.

É um ritual de preparação que geralmente demora semanas, meses até. Pense no ânus como um bíceps de um atleta, que para crescer e desenvolver você precisa ir para a academia carregar pesos e treinar por um longo tempo até ele ficar do jeito que você quer.

Sempre tem aquele que chega com aquela mesma ladainha, “ Gabriel, eu sou virgem, nunca dei, queria que você fosse meu primeiro! ”. Daí eu lembro ao digníssimo cidadão que nunca saiu um cocô do tamanho do meu pau do cu dele, pra ele vir dar uma de Chuck Norris pra cima de mim.

Tá, eu não falo assim, explico com jeitinho que a coisa não é tão simples. Seu “primeiro” não pode ser meu pinto. Muita coisa tem que vir primeiro. Seus dedinhos. Um dedo. Dois. Três... Tem que ir conhecendo o playground. Testando a tolerância a dor, a fricção, profundidade e largura da passagem. Tem que ir malhando o cuzinho. Aos poucos. Ir experimentando objetos anatômicos além dos dedos. Coisas roliças que não machuquem. Vibradores. Cabo disso, cabo daquilo. Quem sabe um Rexona, pros mais corajosos rs. O importante é ir alargando o caminho do paraíso. E tudo isso leva tempo. Não é uma tarefa de um dia para o outro.

O corpo tem que se acostumar. Caso contrário a pessoa pode se machucar, romper vasos do esfíncter, ter hemorragias, ficar com medo de tentar de novo, tudo isso por querer colocar um elefante num fusca de uma hora para outra. Não pode ter pressa, tem que ir com calma nessa brincadeira, pelo menos no começo.

E não amiguinho, você não vai estar seduzindo ou excitando alguém, ao dizer que é virgem do cu. Só vai broxar o comedor, e lembrar a ele do quanto vai demorar para ele conseguir te comer.

Sempre sou sincero quando me perguntam se tiro “virgindade” do cu. Digo que é complicado, que não vai ser legal machucar alguém, nem tô afim de ficar meia hora tentando enfiar meu pau num buraco onde ele não vai entrar. Claro que se a pessoa já se sente preparada, e tem noção de que pode conseguir, aí sim é outra história. Vou com jeitinho e com calma, e tudo se ajeita.

O que quero dizer é que se você quer dar, tem que praticar. Se conhecer antes, ir se penetrando com brinquedinhos, vibradores, testando as sensações, até sentir que vai aguentar um pau duro e grosso no rabo. E isso geralmente demora. No começo é dolorido, incomodo, mas depois de um tempo, você vai estar experimentando os prazeres que sempre sonhou.

Mãos à obra dedinhos mágicos. Se preparem bastante antes de experimentar coisas novas. Que estarei aqui pronto para retribuir o seu esforço. Bom treino amiguinhos!

Gabriel Ferrari.

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71 993022506

gabriel.ferrari2011@hotmail.com

Atendo todos os dias, das 13 às 02 hrs. Não tenho privê. Não atendo número privado. Atendo em hotel ou motel. Caso ligue e eu não atenda, mande sms ou whats.

Sobre viagens: Moro em Salvador - Bahia, não saio pra fazer temporadas em outras cidades. Faço viagens quando me chamam e volto.




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4 comentários:

  1. Adorei tua dissertação "cu não é hímen".
    Achei maravilhoso teu humor sarcástico. sendo que também concordei em numero e grau .Nada é gostoso quando não se tem um certo grau aprendizado e prática ,doí tanto a primeira vez e um incômodo tão grande que não há como se sentir prazer. Parabéns

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  2. A primeira vez é sempre complicada!!!!

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  3. Bom dia Gabriel!

    De fato, costumo dizer a mesma coisa para os curiosos (independente do gênero) quanto à prática do sexo anal.
    Embora, eu nunca tenha feito (fui apenas ativo), sei o quão incômodo é permitir-se à isso quando se trata da primeira vez. É um trabalho árduo até atingir o êxito.
    Tenho vontade de ser o passivo da relação, mas falta-me coragem. Ou seja, do mesmo modo que aconselho, estou me dizendo o que preciso para quebrar esse paradigma e fazer o que tenho vontade, mas que me falta coragem. Já procurei GP's e o máximo que eu fiz foi um sexo oral (o que gosto muito de fazer) seguido de uma troca de carícias. Alguns me pareceram frustrados por "negar" dar o cu, como se o prazer estivesse unicamente condicionado à isso. Sei que pode parece egoísta pra alguns tal depoimento nesse aspecto, mas também não sou obrigado à nada, ainda mais pagando por isso não é mesmo?!
    Espero um dia conhecê-lo e desfrutar de todo prazer que possa proporcionar (e quem sabe já não esteja preparado para me entregar passivamente, rsrs). E não vai demorar para lhe procurar, disso eu tenho certeza. Continue com o esse jeito deliciosamente assertivo e enfático como tem que ser.
    Abraços e até breve...

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